A viagem de 2026 foi uma oportunidade. Voo integral de São Paulo a Los Angeles com milhas da Azul, para voar pela United Airlines, pagando só a taxa de embarque. E ainda por cima uma conexão longa em Chicago, que serviu como stopover: deu pra sair do aeroporto e conhecer rapidamente alguns dos principais pontos turísticos!
Embarquei em Guarulhos na noite de 04/03 (quarta-feira), chegando no início da manhã de 05/03 em Chicago. Pra ser mais exato, desembarquei 5h da madrugada. E o meu voo interno de Chicago para Los Angeles era 14h30. Ou seja, eu tinha pouco mais de 9 horas na terceira cidade mais populosa dos Estados Unidos. A imigração foi super rápida e 30 minutos depois do pouso eu já tinha retirado as malas, feito o recheck-in da bagagem para Los Angeles e estava liberado! Aproveitei que o metrô de Chicago tem uma estação literalmente dentro do aeroporto. São cerca de 45 minutos para o centro da cidade. Até cheguei a cogitar pegar um Uber, pra ganhar tempo, mas o início da manhã tem trânsito e o tempo seria o mesmo. A diferença foi no valor: 5 dólares pra ir e voltar de metrô, ou cerca de 100 dólares para ida e volta de Uber. Sem discussão, né?
Em Chicago, eu fiz um passeio em 5 horas. Comecei no que eu considero o ponto turístico mais famoso: o Cloud Gate, no Millenium Park. Dei sorte que eu cheguei lá antes de 8h da manhã, com temperatura de 1 grau, e peguei o local sem absolutamente nenhum turista! Apenas um outro no parque fazendo atividade física. Deu pra fazer muita foto do local e até passar por dentro do monumento sem ninguém do lado. Também fui ver de perto, ainda dentro da praça, a Crown Fountain. São duas torres de vidro de 15 metros, viradas uma para a outra, com telas de LED que mostram rostos de moradores de Chicago. Saindo dali, a primeira refeição do dia foi no Nutella Café, a um quarteirão do Millenium Park. Saindo dali, fui até a Chicago Riverwalk e caminhei até o Lakefront Trail e depois ao Navy Pier, às margens do gigante Lago Michigan. Infelizmente o frio próximo de zero acabou deixando boa parte do local encoberto, mas valeu a caminhada. Depois o plano era ir de Uber até a famosa Magnificent Mile – cerca de 1,6 km da Michigan Avenue, entre o Rio Chicago e a Oak Street. Essa é a principal e mais famosa região de compras de Chicago. Além das lojas de grife, como Armani Exchange, Chanel, Tiffany e Louis Vuitton, passando por outras como Macy’s e Bloomingdale’s, tem uma loja oficial do Harry Potter e a maior unidade da Starbucks do mundo (5 andares). O almoço foi no Shake Shack (melhor cheeseburger dos EUA). Logo depois, uma rápida passada novamente na Chicago Riverwalk, passando pelo monumental prédio de 98 andares do Hotel Trump e pelo The Chicago Theater, para voltar ao metrô e retornar ao aeroporto. Só não deu pra ir na casa do Esqueceram de Mim – Home Alone, porque era muito longe. Mas, numa próxima, irei lá!
Às 17h30 do mesmo dia, estava pousando em Los Angeles. Peguei meu carro alugado e fui sentido ao destino principal da viagem: Indian Wells. Só que são cerca de 2 horas e meia de carro, dependendo do trânsito. Por causa disso, e como já era início da noite, optei por dormir no meio do caminho. A escolha foi Riverside, em um hotel no mais alto estilo dos filmes americanos. Antes disso, parei no Brea Mall, na cidade de Brea. Esta região tem uma sale tax de 7,75%, ou seja, menos cara do que em quase todos os condados da região de Los Angeles (pode passar de 10% em alguns locais). Por isso que eu escolhi comprar lá o meu iPhone 17. Fica a dica: sempre procurar lojas da Apple com um imposto menor.
No dia 06/03 (sexta-feira), deu tempo apenas de acordar em Riverside e pegar estrada para Indian Wells. Eu fui direto para o complexo de tênis onde tinha comprado os ingressos. Cheguei lá por volta de 10h30. Os jogos começaram 11h. Vale destacar que o torneio de Indian Wells é um dos 9 torneios ATP 1000 do Circuito Profissional, mas ele é queridinho dos tenistas. Muitos deles chamam o torneio de “quinto Grand Slam”, ficando abaixo somente dos 4 principais torneios do circuito: US Open (fui em 2024), Roland Garros (fui em 2025), Wimbledon e Australian Open (esses ainda pendentes!). O evento foi muito top: estrutura, organização, clima, estacionamento grátis (raridade em torneios de tênis), e os próprios jogos em si. À noite, fui para o hotel. Reservei o Royal Plaza Inn, na cidade de Indio – cerca de 15 a 20 minutos do complexo. Hotel super simples, mas o esperado: boa localização, estacionamento grátis, boa cama, bom chuveiro.
No dia 07/03 (sábado), foi mais um dia de tênis. Como o hotel não tinha café da manhã, foi tempo de dar uma passada no Walmart pra comprar um lanche rápido e chegar ao complexo. Esse segundo dia foi ainda melhor: peguei uma vitória do João Fonseca (a torcida brasileira fez grande festa) e uma vitória do canadense Aliassime – o jogador que eu mais gosto de assistir. Mas em dois dias eu consegui pegar jogos de todos os top 10 que estiveram no torneio.
No dia 08/03 (domingo), foi dia de retornar a Los Angeles. No meio do caminho, perdi algumas horas no Ontario Mills – um dos maiores outlets da California. Vale destacar também as belezas da estrada. Indian Wells fica no deserto da California, mas havia montanhas com gelo no pico! Cheguei em LA por volta de 17h e fui fazer o check-in no Dunes Inn: mais um hotel estilo americano, com estacionamento na janela do quarto. Mais um hotel simples, mas com boa localização: na região de Hollywood, na Sunset Boulevard – a apenas 1,6 km ou 20 minutos de caminhada até a Calçada da Fama. Com poucas horas na cidade, foi tempo de pegar o pôr do sol próximo ao Letreiro de Hollywood e um passeio na Calçada da Fama.









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